Velhas novas formas de Thomas Florschuetz







Encontrar novidades no corpo é o que poderia conceituar o trabalho do fotógrafo alemão, nascido em 1957 , com exposições em galerias por todo o mundo - com algumas passagens pelo Brasil : Thomas Florschuetz

Fragmentos do corpo e partes em close-up. Às vezes levamos algum tempo para desvendarmos o que seriam as fotografias de Florschuetz, ou podemos parar de tentar adivinhar e sentir prazer em nos desconhecer, já que ali nada mais tem além do que seria, em tese, o material que mais conhecemos visualmente: o corpo humano. 









 


Em todas as fotos é o corpo do próprio fotógrafo que aparece, todas são representações deste mesmo corpo, demonstrando uma busca incessante por si mesmo e por suas possibilidades.


 


































Sua obra acaba formando um grande quebra-cabeça do que somos - do que não somos - e de onde podemos chegar. Em algumas o artista aponta para o que podemos chamar de conceito primitivo da fotografia: um congelamento de um momento. É como se ele narrasse uma história e as imagens fossem aparecendo como fluxos de memória, conexões e/ou sínteses imagéticas.


 


















































































































































 Nascido em Berlim, tem exposições compostas de fotografias feitas em São Paulo, onde se ocupou de forma intensiva com as estrutura de espaços urbanos, e de fotografias no Rio de Janeiro onde fez registros também da espacialidade das favelas da Mangueira e da Rocinha. “São fotos espontâneas e Florschuetz não registra barracos inteiros, mas sim fachadas, cantos, interiores, escadas, pichações, caminhos que existem no morro. Depois desta primeira fase, ele fez montagens e colagens, verdadeiros quebra-cabeças, com a finalidade, segundo ele, "de deixar ao visitante e observador a liberdade de 'reconstruir', com fantasia e imaginação, a realidade da favela como ela realmente é – criativa e cultural."”






2 comentários:

6 de abril de 2010 14:12 Uyatã disse...

Gostei Dolores!! Me reimpulsionou a querer desenvolver as artes fotográficas!! Tomara que sjea breve!!!!

25 de maio de 2010 22:34 Uyatã disse...

HUM!!! Ao rever novamente esse post recordei-me de ter visto as fotos desse cara no MAC de SSA há uns dois meses atrás!! Que viajem!!!!

Postar um comentário