Mostrando postagens com marcador Helen Fraga. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Helen Fraga. Mostrar todas as postagens

Pasión por La Cancha


|por Helen Fraga|
Admirável é a sensação de paixão que se transmite de um a outro no Estádio de Futebol. Uma multidão de destinos que se encontram no espetáculo do domingo cotidiano, para gritar gol. Não sabe o que é fronteira este ato coletivo de gente que se dedica a cultivar este esporte tão popular a diversos povos. Tão igual é ir ao Estádio para um brasileiro quanto ir a La Cancha para qualquer um dos nossos hermanos argentinos. E utilizo aqui o melhor sentido que posso expressar em “nossos hermanos” ou como diria Rolando Alarcón em sua sensível canção, lindamente interpretada por Inti-Illimani “Si somos americanos, somos hermanos señores, tenemos las mismas flores, tenemos las mismas manos. (…) Si somos americanos, no miraremos fronteras, cuidaremos las semillas, tiraremos las banderas”.

É o que elas gostam!

|por Helen Fraga|
A polêmica criada pelo projeto de lei que tenta impedir que artistas, cujas músicas desvalorizam a mulher sejam contratados com dinheiro público, resulta de um tema muito mal exposto e pouco debatido. Noticiado pela grande mídia, o projeto de Lei, da deputada Luiza Maia, do PT, tenta colocar em questão o conteúdo das letras de uma parcela das bandas de pagode, que com suas músicas, desqualificam ou atentam contra a mulher.

A derrota dos derrotados

|por Helen Fraga|
Já se questionou alguma vez por que você torce pelo Brasil e não pela Venezuela, Perú, Paraguai ou pelo Uruguai? Obviamente por que é brasileiro!

La Roja

|por Helen Fraga|

Antes de ser solicitada pelo editorial da Transa Revista para falar da seleção chilena eu somente me interessava pelas notícias acerca do seu ex-técnico, o argentino Marcelo Bielsa. Também é necessário, que o estimado leitor tenha claro que todos os meus conhecimentos sobre Copa América, até então, se resumiam em uma competição de futebol que ocorria na América e por seleções “americanas”. Talvez um fenômeno do acaso ou de um destino usurpado da discussão de milhares de mulheres, de acesso e prazer restritos na participação assim no esporte quanto na cultura e na política, para não falar de sexo e religião. Então, o que fazemos com isso? La Roja pode ser um começo alvissareiro.